quarta-feira, março 29, 2017

Oração funcional



A oração feita com fé ao Pai realmente funciona. Mais do que utilitária, a oração causa mudanças. A maior delas é em nós. Quanto mais se ora mais transformados somos. Quanto mais se roga pela bênção alheia, mais abençoado se é. Quanto mais se pede, mais se recebe.

domingo, março 26, 2017

Iniciativa divina

"A obra divina precisa ser iniciada com a iniciativa divina."

Watchman Nee

segunda-feira, março 20, 2017

Perto do altar, longe de Deus

Na parábola que Jesus contou do fariseu e do publicano há duas orações, duas teologias, duas cosmosvisões: uma antropocêntrica, outra teocêntrica. A confiança no Homem versus a confiança em Deus. As obras e a Obra.

O pecador fariseu foi para perto do altar, altivo, orava consigo. Falava de si e comparava-se com os outros, julgando-se melhor que todos. O pecador publicano, ficou longe do altar, batia no seu peito e gemia: "Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!" Esta história foi contada, disse Jesus, por causa dos “que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros" (Lucas 18:9). Quem se acha muito certo e justo, despreza sempre O único justo e sempre certo Deus. Por outro lado, quem reconhece a sua própria malvadez é justificado pelo Altíssimo. A humildade verdadeira está mais relacionada com a convicção do pecado pessoal do que a tola ideia de ser impoluto ou melhor que os outros.

O santarrão fariseu saiu do templo contente consigo, mas do ponto de vista divino (que é o que conta) continuou condenado. O penitente publicano foi para sua casa justificado, perdoado e transformado. O fariseu esteve perto do altar mas longe de Deus, o publicano estava longe do altar mas perto do Senhor. A única oração que Deus ouviu foi a única oração que foi feita. Como bem disse Sproul: "Deus ouve as orações dos pecadores pois, além do Seu Filho, eles são a única classe de pessoas que oram."

O Reino de Deus pertence, não aos religiosos, aos que se acham bons, ou aos indivíduos que fazem coisas boas, o Reino de Deus pertence aos que sabem que não são nada sem O Pai. Como aqueles meninos que Jesus abraçou (Lucas 18:16-17). Os pequeninos são aqueles que confiam mais no Pai, na Sua graça e misericórdia, do que neles próprios. Sabem que não for a graça e a misericórdia de Deus continuariam irremediavelmente perdidos.

sexta-feira, março 17, 2017

Saudades do futuro

Era um sujeito tão nostálgico, mas tão nostálgico, que até sofria com saudades das coisas futuras que já tinham acontecido na sua mente.

quarta-feira, março 15, 2017

Umbigo inchado

Na tentativa de ocultar o ventre mais perfeito e contido, esconde-se sempre a pança mais inchada e ufana. É verdade que todos temos um umbigo, mas há umbigos escondidos que são mais proeminentes daqueles que andam descaradamente à mostra. A coisa mais feia e indecorosa que faz inchar a barriga não é - ao contrário do que se pensa - a cerveja, é o orgulho de se julgar superior e melhor que os outros.

terça-feira, março 14, 2017

A fé verdadeira não é uma muleta

A fé verdadeira em Deus não é uma muleta para fracos. A fé que se faz muleta nem sequer é fé, é uma deformidade existencial. A fé que nos sustenta não é um acessório para a vida, é a própria Vida.

domingo, março 12, 2017

Mente e vontade

"O receber da Palavra consiste em duas partes: atenção da mente e intenção da vontade."

William Ames

terça-feira, março 07, 2017

A Base das bases

Bruce A. Demarest disse que
"Um credo ou regra de fé é uma afirmação concisa daquilo que alguém deve crer a fim de ser um cristão". No passado Domingo de manhã, começamos a estudar as bases de fé do cristianismo, na Escola Bíblica Dominical da nossa igreja. Durante três meses vamos andar à volta dos fundamentos da fé cristã. Saber o que se crê e em quem crê é primordial, especialmente nos dias confusos e conturbados do presente século. O estudo sistemático das bases de fé não nos livra automaticamente do mal e nem de cairmos, mas dá-nos os melhores alicerces para resistir às ventanias do nosso tempo e dá-nos mais luz e poder para não tropeçarmos tanto.

No final do Domingo, visitei com a minha esposa e filhas uma acolhedora Igreja em São João da Madeira. Preguei sobre a importância de nos firmarmos na Base onde assentam todas as bases de fé: A Bíblia Sagrada. A Sola Scriptura não foi só a bandeira de Lutero na Reforma do Século XVI, deve ser o ar vital que respiramos no século XXI. A Bíblia é a revelação final e completa de Deus. É o hálito divino que nos conduz à salvação de Jesus Cristo. A autoridade das Escrituras suplanta opiniões de papas, apóstolos, pastores e todas as tradições e ensinamentos que são contrários à Palavra de Deus.

Uma igreja que não faz da Bíblia o centro e a base da sua existência não é verdadeiramente uma igreja. Um cristão que não ouve, lê, medita e pratica as sagradas letras, ou não é cristão, ou então é um triste cristão. Tudo se move e passa, menos a Base.